Dedução no IR
PGBL permite deduzir até 12% da renda bruta anual no Imposto de Renda (declaração completa).
Rentabilidade
Fundos de renda fixa, multimercado ou variável. Escolha conforme seu perfil de risco.
Portabilidade
Pode trocar de plano ou instituição sem resgate. Sem incidência de IR na portabilidade.
Herança Facilitada
Não entra em inventário. Os beneficiários recebem o saldo com menos burocracia e custos.
PGBL
Plano Gerador de Benefício Livre
💼 Ideal para quem declara IR completo
Deduz até 12% da renda bruta no IR anual
IR incide sobre o total resgatado (principal + rendimento)
Excelente para renda tributável acima de R$ 40 mil/ano
Diferimento fiscal — paga IR só no resgate
Não indicado para quem declara IR simplificado
Tributação sobre o total (não só rendimento)
VGBL
Vida Gerador de Benefício Livre
👤 Ideal para todos os perfis
IR incide apenas sobre os rendimentos
Indicado para quem declara IR simplificado
Ótimo complemento ao PGBL (acima de 12% da renda)
Isento para quem não é tributado
Mais vantajoso no longo prazo com tributação regressiva
Não tem benefício de dedução no IR anual
📊 Simulador de Previdência Privada
Total Investido
R$ 120.000
aportes acumulados
Saldo Bruto
R$ 379.684
com rendimentos
Rendimento
R$ 259.684
acima do investido
Renda Mensal Est.
R$ 3.163
por 10 anos
* Simulação estimada para fins ilustrativos. Rentabilidade futura não é garantida. Sujeito a variações de mercado.
Perguntas Frequentes
Qual a diferença entre PGBL e VGBL?
O PGBL permite deduzir até 12% da renda bruta anual no IR (indicado para quem declara IR completo). O VGBL não tem esse benefício, mas o IR incide apenas sobre os rendimentos, não sobre o total resgatado. Para quem declara IR simplificado ou não é tributado, o VGBL é geralmente mais vantajoso.
Posso resgatar o dinheiro quando quiser?
Sim, em geral é possível resgatar após o período de carência (normalmente 60 dias). Porém, resgates muito cedo têm alta tributação. Para aproveitar melhor o benefício fiscal do regime regressivo, recomenda-se deixar o dinheiro por pelo menos 10 anos (alíquota cai para 10%).
Qual é o valor mínimo para começar?
O valor mínimo varia por plano e instituição, mas geralmente começa em torno de R$ 100 a R$ 200 mensais. Algumas instituições aceitam aportes únicos menores. Quanto antes você começa, mais o dinheiro trabalha para você pelo poder dos juros compostos.
A previdência privada substitui o INSS?
Não. A previdência privada é um complemento ao INSS, não uma substituta. O INSS continua sendo obrigatório para quem trabalha com carteira assinada. A previdência privada existe para garantir uma renda adicional na aposentadoria, já que o INSS tem teto de benefício.
É seguro investir em previdência privada?
Sim. As operadoras de previdência privada são reguladas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e pela Previc. Além disso, os recursos ficam em fundos de investimento separados do patrimônio da seguradora, protegidos mesmo em caso de insolvência da empresa.
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Perguntas frequentes
Tire suas dúvidas
O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite deduzir as contribuições no IR (até 12% da renda bruta), mas o resgate é tributado sobre o total. O VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não tem dedução, mas o IR no resgate incide apenas sobre o rendimento.
Quanto mais cedo você começar, maior o benefício do juros compostos ao longo do tempo. Porém, não existe prazo mínimo obrigatório — você pode resgatar a qualquer momento, observando as regras de tributação do produto.
Você pode escolher entre a tabela progressiva (mesma do IRPF, até 27,5%) ou a tabela regressiva (começa em 35% e cai até 10% após 10 anos de investimento). A tabela regressiva é mais vantajosa para quem investe no longo prazo.
Os ativos da previdência privada são separados do patrimônio da seguradora por lei (SUSEP). Em caso de liquidação, os recursos dos clientes são preservados e transferidos para outra seguradora ou devolvidos.